Audiência Pública 16/04/2018 – Sta. Ifigênia

O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado – Condephaat e a Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico – UPPH da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado de São Paulo comunicam a realização de AUDIÊNCIA PÚBLICA para apresentação da proposta de tombamento do Bairro de Santa Ifigênia e sua regulamentação.

A audiência pública objetiva promover um adequado tratamento dos diversos interesses envolvidos na área de proteção do Bairro de Santa Ifigênia, de modo a ouvir vários segmentos da sociedade e interessados em geral, visando aprimorar e dar transparência aos atos do Condephaat.

A proposta de tombamento do Bairro de Santa Ifigênia recai sobre o perímetro formado pela intersecção dos eixos das vias Avenida Duque de Caxias, Rua Mauá, Largo General Osório, Rua Mauá, Rua Brigadeiro Tobias, Viaduto Santa Ifigênia, Rua Brigadeiro Tobias, Rua Capitão Salomão, Largo Paissandu, Avenida Rio Branco e Avenida Duque de Caxias. Dentro deste perímetro estão listados 88 imóveis.

AUDIÊNCIA PÚBLICA
DATA: 16 de abril de 2018
HORÁRIO: 9h30 às 13h00
LOCAL: Secretaria de Estado da Cultura – auditório 1º andar – Rua Mauá, nº 51, Luz – São Paulo (SP) – CEP: 01028-900


Clique aqui para acessar o REGULAMENTO com agenda, procedimentos e forma de participação

Clique abaixo para acessar DOCUMENTOS destacados dos autos do processo UPPH 24507/1986:

Condephaat realiza audiência pública para discutir tombamento do Polígono da Saúde

No dia 27 de novembro (segunda-feira), a partir das 9h00, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo – Condephaat -, irá promover audiência pública para qualificar a discussão referente ao tombamento do “Polígono da Saúde”, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo. A audiência será realizada no auditório da Secretaria da Cultura do Estado (Rua Mauá, nº 51, 1º andar – Luz) e terá acesso livre a quem quiser participar.

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Carta do presidente do CONDEPHAAT a respeito do Teatro Oficina

Com o objetivo de prestar a devida informação sobre o Teatro Oficina e o terreno que o circunda, esclareço:

A questão que envolve o Teatro Oficina teve início há 37 anos. Em 1980, o Grupo Silvio Santos comprou terrenos na quadra onde funcionava o Teatro Oficina, este locatário de uma antiga residência, antes uma oficina de automóveis. Daí o nome do teatro: Teatro Oficina.

Para impedir que esse imóvel fosse vendido por seu proprietário ao grupo Silvio Santos, o teatrólogo José Celso Martinez Correa, locatário do imóvel, entrou, em 1982, com pedido de Tombamento do Teatro Oficina junto ao CONDEPHAAT. O pedido foi negado e arquivado. Em 1983, o pedido de tombamento foi reapresentado e o teatro  foi tombado por razões históricas – e não arquitetônicas ou artísticas.

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